Na semana passada, o governo federal anunciou uma série de privatizações que pretende fazer, a partir de agora e até o último trimestre do ano que vem.
A ideia é privatizar total ou parcialmente, 57 empresas estatais, entre elas a Casa da Moeda e a Eletrobrás.
O mercado respondeu de forma positiva ao anúncio, que por outro lado foi criticado por politicos e pelos servidores.
Os primeiros porque perderão livre nomeação para que seus queridos assumam cargos estratégicos.
Os segundos, porque serão desligados e também perderão benefícios.
A verdade porém, é apenas uma.
Embora parte das pessoas defenda que o governo tenta vender nosso patrimônio, isso é balela.
Vejam quanto foi desviado e roubado de dentro da Petrobras, nossa maior estatal.
Da Caixa, do Banco do Brasil, do BNDS.
Porque os politicos crescem os olhos, porque muitos bandidos se revestem de deputados, senadores, representantes do povo, com a clara e única intenção de surrupiar recursos.
Na verdade quem denigre o patrimônio são eles, que roubam tudo que podem, enquanto podem.
E deixam as empresas esfaceladas, endividadas, pedindo socorro e consumindo consideráveis recursos da União.
Retiram assim, investimentos tão necessários na Educação, na Saúde, na infraestrutura, e eu não estou sendo hipócrita, e sim realista.
A verdade é que no Brasil, o governo não pode ter empresas, porque onde há, tem desvios.
Uma afirmação máxima que as operações policiais e da Procuradoria Federal, confirmam a cada dia mais.
Este antro de corrupção que se criou desde os tempos da fundação da república, permanece nos dias atuais e infelizmente, vai demorar ser cortado pela raiz, dependendo das decisões tomadas nas urnas pelo povo, por nós.
Então, melhor que seja privatizar, para retirar dos recursos que hoje cobrem rombos, para que possamos investir mais e melhor no nosso Brasil.
Precisamos enxergar, olhar para as coisas por todos e outros ângulos, e assim evoluirmos nosso pensamento, linha de raciocínio.
Só assim passaremos a entender melhor a politica, o Brasil e faremos melhor nosso papel perante a sociedade.
Ester Marini
estermarini@kester.net.br